“Vamos revolucionar as transações com automóveis no Brasil”

A Superbid, empresa que gerencia plataformas de pagamentos e de leilões virtuais, investiu R$ 5 milhões na aquisição da startup Auto Arremate, especializada em vendas de automóveis entre empresas (B2B) e de particulares para empresas, o chamado C2B. Segundo Rodrigo Santoro, fundador e CEO da Superbid, a meta é ampliar a parcela dos automóveis no total dos negócios.

Por que investir em uma plataforma especializada em automóveis?
O mercado automotivo atingiu 37 milhões de veículos em 2019, segundo dados do Sindipeças, somados carros, caminhões, ônibus e comerciais leves. Atualmente há uma grande ineficiência quando uma pessoa física quer vender um automóvel e essa ineficiência custa caro. Usando essa plataforma, o vendedor consegue condições de venda melhores.

Como isso funciona?
O proprietário que quiser vender o automóvel vai a uma concessionária ou a uma loja, que insere os dados do veículo no sistema, como ano, condições e preço de venda. A plataforma envia essas informações para cerca de 30 mil participantes e detecta a melhor oferta. Uma vez fechado o negócio e as condições de pagamento, o vendedor pode usar o dinheiro para pagar a entrada de um veículo mais novo, por exemplo.

Como a plataforma é remunerada?
O comprador paga um valor fixo pela transação. E as concessionárias ganham um spread na diferença dos preços de compra e de venda dos carros usados. Para elas é um bom negócio, pois a margem de lucro na venda do carro zero quilômetro tem diminuído com o passar do tempo.

Quanto tempo duraram as negociações?

Foi um processo rápido e as negociações foram principalmente virtuais, pois começaram após a pandemia. Eles nos procuraram e o negócio foi fechado. Atualmente, os automóveis representam 25% das transações da Superbid, e consideramos que há muito espaço para crescer. Por exemplo, podemos desenvolver plataformas específicas para grandes concessionárias, como as das locadoras de veículos.

Como sua plataforma de pagamentos se insere nisso?
Vimos um grande potencial neste mercado e uma grande capacidade de geração de negócios e tecnologia na Auto Arremate, o que permitirá ampliar as operações digitais com a nossa plataforma de pagamentos, a Conta Digital S4Pay. Isso vai revolucionar as transações com automóveis usados no Brasil.

TECNOLOGIA
Home Broker e app recebemR$ 10,5 milhões em investimentos

A Clear Corretora investiu R$ 10,5 milhões no lançamento de um novo home broker e de um aplicativo para celular. Entre as novidades, foi criado no home broker um módulo swing trade, em que o investidor pode acompanhar seus ativos e criar listas ou carteiras com as suas ações. Já no módulo day trade é possível visualizar as informações de seis formas diferentes. Além de ter mais de 15 opções de estudo e 15 opções de desenho. No caso do novo aplicativo, o investidor consegue monitorar as maiores altas e baixas do dia, ver em tempo real os ativos que possuem maior liquidez e ainda conferir playlists de ativos criadas especialmente para cada tipo de investidor, entre outras funcionalidades.

CORA
Parceria com Visa para emitir cartões

A fintech Cora acabou de ser homologada pelo Banco Central como banco número 403. Com isso, a empresa firmou parceria com a Visa para emissão de cartões de débito que serão distribuídos para clientes da conta digital que a Cora oferece a proprietários de pequenos negócios. As parceiras também estudam o lançamento de um cartão de crédito que possibilite o fechamento da fatura em mais de uma data. “Diferentemente de pessoas físicas que recebem o salário em um dia específico, uma empresa recebe de seus clientes diversas vezes ao mês”, disse Igor Senra, CEO e fundador da Cora.

Número da semana
-6,4% 

É a estimativa do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a queda do Produto Interno Bruto per capita do Brasil, neste ano. Para 2021, a previsão é de crescimento de 2,2%. O percentual está abaixo da média dos demais emergentes, que devem ter retração de 4,7% em 2020 e alta de 4,8% no ano que vem. Para a média global, a estimativa do Fundo é de queda de 5,6% neste ano e expansão de 4% no seguinte. Já o PIB geral (soma de todos os produtos e serviços do País) vai encolher 5,8%, seguido por uma recuperação de 2,8% no ano que vem. Para o Fundo, a economia nacional vai seguir em ritmo lento até 2025, quando a projeção é de crescimento de 2,2%, menos da metade da prevista para os emergentes: 4,7%. Não é só o PIB que vai encolher mais do que o de outros países. O FMI prevê que a taxa de desemprego feche 2020 em 13,4% (a previsão anterior era de 11,9%) e suba ainda mais no próximo ano, para 14,1% de desempregados. Além do Brasil, apenas Venezuela e México deverão ver o desemprego aumentar em 2021.

Fonte: Isto É Dinheiro
Fonte: Isto É Dinheiro

 

FONTE: ISTO É DINHEIRO

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