Pesquisas vão apontar mudanças em transporte e mobilidade dos próximos 10 anos – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

Enquanto o Centro passa por obras em diversos pontos, a Prefeitura de Campo Grande inicia pesquisas para descobrir o que é preciso alterar no planejamento de transporte e mobilidade urbana, dos próximos dez anos. A ordem de serviço para revisão do PDTMU (Plano Diretor de Transporte de Mobilidade Urbana) foi assinada hoje (9), no auditório da Casa da Esplanada.

Pesquisas que serão feitas pela empresa responsável vão se somar a estudos já realizados pela prefeitura para, então, ser apresentada a proposta do novo plano, que tem de ser alterado a cada dez anos.

O planejamento a longo prazo é necessário para que o município consiga recursos federais para obras, segundo o titular da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Janine de Lima Bruno.

“Se não tiver isso, a gente não consegue recursos federais para investir em obras na cidade. Têm pesquisas que têm que ser feitas e casadas com a nossa que já temos. A partir disso, conseguiremos avançar e mostrar direções”, comentou o diretor-presidente da Agetran.

Aplicativos de mobilidade são apenas um dos exemplos do que mudou nos últimos anos e demanda alterações na cidade. “O mundo vai evoluindo, o transporte, o trânsito, então, têm coisas no dia a dia que são boas, mas podem ser melhores. Mudou muita coisa com relação aos modais, por exemplo. Hoje, têm aplicativos que interferem bastante no transporte coletivo, que é um modal novo e muito bom”, detalha Janine.

Segundo Janine, o trabalho de pesquisa deve levar alguns meses. Ciclovias também estão sendo cada vez mais utilizadas, segundo os estudos que a prefeitura já tem realizado.

“Investimos alguma coisa em ciclovias, então, as pessoas estão começando a usar muito para lazer e para ir ao trabalho. Estamos fazendo bicicletários nos terminais, então, a pessoa pode pegar o ônibus e deixar a bicicleta no terminal. Há dez anos, nem se falava em aplicativo de mobilidade e hoje está aí, por isso, é importante renovar o plano a cada dez anos, porque o mundo vai evoluindo, as coisas vão mudando e têm coisas que nem existiam antes”, comentou o titular da Agetran. – CREDITO: CAMPO GRANDE NEWS

Fonte: Campo Grande News

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