Terceirizar para economizar

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*Por Tatiana Borenstein
 
Muitos empresários acreditam que terceirizar um serviço pode aumentar os custos e, em alguns casos, talvez tenha esse efeito mesmo, mas muitos setores das empresas podem ser terceirizados com redução de custo e uma qualidade e eficiência muito maiores do que as alcançadas quando o serviço é feito internamente.
É o caso da frota, independentemente do segmento de atuação das companhias, porque todas, de alguma maneira, precisam ter um meio de transporte para visitar clientes, fazer entregas, ir a fornecedores, entre outras atividades.
Essa rotina pode ser muito simplificada se a frota, sendo pequena, média ou grande, for terceirizada. A área de transporte, em muitos casos, é uma das mais custosas, porque envolve combustível, manutenção, seguro, impostos, pedágios, multas, taxas de estacionamento e outros gastos inevitáveis.
Com a terceirização, esses custos podem ser reduzidos em até 30% e toda a parte burocrática também é resolvida pelos profissionais da locadora de veículos. Assim, os colaboradores das empresas que antes tinham de cuidar disso agora podem usar esse tempo e essa energia em outras prioridades.
As locadoras sérias e confiáveis fornecem os veículos de modelos de interesse do cliente e de forma padronizada, com assistência 24 horas e consultoria especializada.
A empresa que terceiriza acaba ficando com um ganho duplo, porque mantém a sua frota, mas a um custo menor e sem a desvalorização natural que ocorre com qualquer veículo.
Existe, ainda, o serviço de telemetria, em que as empresas passam a ter controle total sobre a sua frota e sobre como ela está sendo utilizada. A telemetria permite mostrar por onde os carros passaram, a que velocidade, se o ar-condicionado ou o limpador de para-brisa foi ou não ligado, quanto tempo eles ficaram parados e todos os outros detalhes sobre o uso.
A terceirização de frota é uma opção inteligente para quem busca mais qualidade por menor custo, especialmente nesta época de retração econômica. Às vezes, por uma questão cultural, os empresários deixam de conhecer os benefícios desse tipo de serviço, já que no Brasil ainda se tem a ideia de que os veículos são patrimônio da empresa, mas na verdade são apenas instrumentos de trabalho. É muito mais vantajoso pagar pelo uso do que pela propriedade dos veículos.
 
*Tatiana Borenstein é diretora-administrativa do Grupo Marbor
 

Fonte: KG Comunicação Corporativa

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