Franquias buscam mercado externo para compensar crise

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Exterior. `Retorno é no longo prazo’, diz Sisson, da iGui

Redes vão para o exterior para combater períodos de oscilação no País; com investimento mais baixo, modelo é atraente
Foi atrás de proteção que o fundador dai Gui ,m arcade piscinas de fibra de vidro, decidiu abrir operações fora do País no início dos anos 2000. Na época, Filipe Sisson buscava uma forma de compensar as oscila çõesdo mercado interno e, mesmo sem retorno financeiro imediato ,o empresário diz que manteve-se firme na estratégia. “O retorno no comércio exterior é de longo prazo, nunca tivemos ansiedade. Focamos sempre no atendimento ao cliente e na qualidade doproduto”, explica o empresário, que hoje está presente em maisde 30 países, com uma rede de 360 unidades franqueadas – 160 delas internacionais.
O faturamento da iGui fora do País, diz Sisson, ainda não é“muito representativo”, estando em torno de 19% do total da rede. O empresário defende ,porém, que a estratégia é “moralmente importante” para dar fôlego aos negócios da marca, principalmente em um período de crise. “Na Europa vamos crescer 50% em relação ao ano passado. É uma coisa que nos faz levantar a cabeça. Nos dá confiança para superar o momento aqui”, afirma Sisson.
A opção pelo franchising para chegar ao mercado externo é bem atrativa em função do custo menor quando comparado ao gasto de abrir unidades próprias, avalia a professora do núcleo de estratégia e negócios internacionais da Fundação Dom Cabral, Livia Barakat.
“Quem faz o maior investimento no exterior é o franqueado. A empresa não precisa se descapitalizar para ampliar os negócios”, defende. Diretor de franquias da rede especializadaem aluguel de carros Localiza, Bruno Andrade também enxerga nas expansão investimento mais baixo. por franchising uma maneira “Optamos por esse modelo, de alavancar a presença da em- que já era sucesso no País ,edeci presa no exterior, por permitir dimos fazer lá fora desde 1992”, uma avanço rápido e com um afirma o diretor da Localiza,
Fonte: O Estado de São Paulo – Impresso – Flip

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