Volkswagen e Mercedes marcam data para abolir combustíveis fósseis

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A queima de combustíveis fósseis, como a gasolina e o diesel, acontece de forma muito intensa nas grandes cidades do mundo inteiro. Essa poluição acaba prejudicando a qualidade do ar que respiramos e acaba causando, dessa forma, vários problemas para a nossa saúde.

Os combustíveis, após passarem pelo processo de queima, lançam uma enorme quantidade de monóxido de carbono (gás carbônico) na atmosfera. Consequentemente, acabam alterando o equilíbrio do meio ambiente e prejudicando, assim, a vida de todos os seres vivos.

Atualmente, as cidades que são apontadas como as que apresentam o maior índice de poluição atmosférica são: São Paulo, Tóquio, Nova Iorque e Cidade do México.

Assim, devido à quantidade cada vez mais alarmante de poluentes liberados pela queima destes combustíveis, diversos órgãos responsáveis pela conservação da qualidade do ar atmosférico estão pressionando alguns países para que estes parem de produzir veículos à combustão.

Depois de terem sido comunicados pela União Europeia dos níveis de poluição do ar, a França, a Alemanha e a Inglaterra estabeleceram a extinção da produção de veículos movidos por combustíveis fósseis até o ano de 2040.

Pensando em contribuir para a redução dos níveis de poluição e, consequentemente, melhorar a qualidade do ar, algumas montadoras resolveram produzir veículos que vão ao encontro desses objetivos.

Soluções para amenizar os níveis de poluição
As montadoras da Volkswagen e da Mercedes recentemente anunciaram que pretendem fazer modificações em seus veículos a fim de amenizar os efeitos nocivos ao meio ambiente.

Inclusive, as duas montadoras já estipularam datas para o término da fabricação de carros abastecidos por combustíveis fósseis e também estão vendo alternativas para poder substituir esses veículos.

As empresas pretendem produzir modelos de veículos que sejam movidos tanto à combustão quanto à energia elétrica.

É preciso inovar a fabricação de veículos
Para tanto, será preciso que essas empresas encontrem alternativas para inovar a produção de veículos devido ao término dos modelos à combustão. Por isso, a Volkswagen já informou que começará a produzir versões elétricas de todos os seus carros a partir de 2030. A Mercedes, por sua vez, vai começar a produção antes, pois anunciou que tem planos de produção para 2022.

Outras montadoras, como a Jaguar Land Rover e a Volvo, que já estavam na fila das empresas que farão a conversão dos motores, também já estipularam datas para a modificação. A Jaguar Land Rover fará a substituição a partir de 2020 e a Volvo a partir de 2019.

Além das montadoras que anunciaram a transformação dos seus modelos de veículos à combustão em veículos que poderão também ser movidos à energia elétrica, existem várias outras empresas que estão desenvolvendo modelos que também serão alimentados por eletricidade.

Dentre as empresas que mais se especializaram na fabricação de carros elétricos, podemos mencionar a Tesla. Ela está alcançando um espaço bastante destacado no mercado devido aos modelos de veículos lançados ultimamente.

Além da fabricação de carros elétricos, que até o momento parece ser a melhor alternativa na substituição dos veículos movidos à combustão, existem outras alternativas que foram cogitadas por montadoras de carros.

Uma dessas opções, que até chegou a ser planejada, foi a fabricação de carros movidos a hidrogênio. Entretanto, devido aos altos custos de um carro movido a hidrogênio quando comparado a um carro elétrico, a produção foi considerada inviável.

Por essa razão, as montadoras têm priorizado o investimento na produção de carros elétricos.

Carro elétrico mais barato
Para isso, alguns países estão se empenhando para diminuir o valor de venda de veículos elétricos. Como exemplo, podemos citar a China, que lançou o Bajoun E100, veículo de pequeno porte e alimentado por baterias carregadas por energia elétrica.

Idealizado pela General Motors, esse carro chama a atenção por ser leve, compacto e de preço acessível. O custo do Bajoun E100 é de US$ 5.300, cerca de R$ 16.500 em conversão direta.

Percebe-se que as montadoras estão cada vez mais conscientes da importância de preservação do meio ambiente. Passando a produzir veículos alimentados por energia elétrica, as empresas automaticamente estarão ajudando a baixar os níveis de poluição do ar que respiramos.

Gostou das informações? Qual é a sua opinião? Você acha que é viável, no Brasil, o uso de veículos movidos a eletricidade? Deixe seus comentários. Compartilhe!

Por Gustavo Fonseca, do Doutor Multas.

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