Uber não vai fazer parte do Táxi Preto em São Paulo

De Folha

A prefeitura de São Paulo criou um serviço diferenciado de táxi, que pode ser chamado por aplicativo. Ele foi batizado de “Táxi Preto” e deverá ter 5.000 licenças para motoristas, mas metade será sorteada para os profissionais que alugam táxis ou alvarás para trabalhar.
A outra metade será reservada para quem tem cadastro para atuar como taxista, o Condutax. Motoristas do Uber pode entrar nesse grupo, mas desde que tenha essa autorização. Mesmo assim, a empresa responsável pelo aplicativo disse que não irá se inscrever entre os apps que poderão chamar o “Táxi Preto”.
A licença para trabalhar com esse serviço pode chegar a custar R$ 60 mil. Hoje, um alvará de taxista custa em média R$ 100 mil na capital paulista. O Uber vê o serviço de “Táxi Preto” como inconstitucional e promete continuar trabalhando, mesmo que a prefeitura configure seu serviço como ilegal.
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Mas o que é o “Táxi Preto”?
Trata-se de um serviço diferenciado em relação aos táxis comuns. Os carros em geral são de luxo e na cor preta, tendo ar condicionado e navegador com a rota percorrida. Não haverá taxímetro e as corridas devem custar em média 25% mais, mas os condutores podem dar descontos.
O usuário chama o “Táxi Preto” por um dos apps cadastrados e avalia depois o serviço. O condutor será identificado já no app, mas o carro não poderá circular nas faixas exclusivas. Taxistas podem migrar para o serviço se desejarem. A licença do serviço tem validade de 35 anos.
 
Fonte: Notícias Automotivas

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